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Estética racista - um maple do outro mundo

A fotografia em si é um disparate total, tem a sua piada, mas quem se deixa fotografar com um "humor negro" destes só pode estar a brincar ou a gozar. Conhecida a grande sensibilidade de algumas etnias a tudo que "cheire a racismo", não se compreende estes "revivalismos" totalitários. Mas se tivermos em conta a pessoa que está a servir de maple, é provável que se compreendam certos "revivalismos", a não ser que a dita pessoa seja uma escrava e aí, a história é muito diferente..

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Futebol = símios

Aqui nesta casa por norma e por princípio ético não se comenta ou fala sobre futebol, mas há momentos em que tem de se fazer uma excepção. Isto a propósito dos macaquinhos que enchem o ego à custa do pontapé na bola. Eu fico com uma certa pena, e é desolador ver esta gente que vive num vazio mental, comportamental, cultural e intelectual tão grande, encher os seus egos com futebol e as tricas associadas a esta fraude (o futebol profissional). Penaltys às dúzias que nem em Andrómeda e na ausência de atmosfera são penaltys, achincalhamentos constantes dos adeptos (???) rivais, gente e comentadores a dar palpites não percebendo nada do assunto, asneiras e mais asneiras, camiões e camiões a esbordar de asneiras, fanatismos, impropérios, maluquices, enfim, um mar revolto de ódios de estimação e de suspeições generalizadas.  Que bananismo, que tristeza, que falta de civismo... acabem lá com essa merda, com essa palhaçada e macaquices próprias de símios. Já fede por todo o lado.

O golpe de Estado alemão

«A introdução do euro na Alemanha assemelhou-se a um golpe de estado. Em 1989 o Bundesbank apoiara uma proposta britânica de Nick Lawson sobre a concorrência monetária na comunidade europeia. John Major também tentara algo do género para o Reino Unido quando propusera o ECU: 13 moedas na união europeia sendo as 13 aceites como moeda legal. Mas o governo alemão rejeitou a proposta britânica de mercado livre; preferia a proposta socialista de moeda fiduciária. O governo alemão foi contra a vontade da maioria dos alemães que queriam manter o marco. Para tal, lançou uma campanha publicitária, com anúncios nos jornais a afirmarem que o euro seria tão estável quanto o marco. Quando os dinamarqueses votaram contra a introdução do euro, o orçamento da campanha publicitária foi aumentado: passou de 5,5 para 17 milhões de marcos. Os políticos alemães tentaram convencer os seus eleitores com um argumento absurdo: afirmaram que o euro era...