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Mensagens

O mito das trevas da Idade Média

Excelente artigo que desmonta de forma definitiva as mentiras que por aí circulam nos opinion makers da esquerda ambulante, pode ser lido na seguinte extensão:
Desmontando mitos e mentiras
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Fanatismo e Guerra Santa

O politicamente correcto promove hoje a farsa da igualdade de meios e de circunstâncias entre a Guerra Justa - as cruzadas -, e a Guerra Santa - a jihad - perpetrada pelos fanáticos islamizados. De igual modo, ambas são consideradas "guerras de religiões".  A ideia equivocada e modernaça do pacifismo e da tolerância elevados a princípios, surgiu com as seitas religiosas dos finais da Idade Média, como por exemplo, os anabaptistas que, ironia das ironias, não hesitaram em pegar em armas e em chacinar para assim poderem afirmar a sua utopia de não fazerem revoluções ou guerras. Este tipo de paralelismo fica-se muito pela rama e revela um enorme desconhecimento da religião cristã e da religião islâmica, o que não é de espantar tendo em conta que vivemos na era do disparate e da dislexia mental.  Existe uma diferença decisiva entre a Guerra Justa cristã e a Guerra Santa islâmica. Enquanto que a Guerra Justa cristã formulada por S. Agostinho muito antes do surgimento do Islão, t…

A mentira do dogma moderno da tolerância

A tolerância enquanto conceito é relativamente recente. A tolerância existe desde sempre, mas apenas a partir do final do Renascimento começa a ser elaborada no pensamento humano. A tolerância, na perspectiva cristã, não é nem pode ser um dogma ideológico, nem sequer um fim último em si, apenas e só pode ser uma atitude prática e prudente de indulgência perante uma opinião ou algum comportamento considerados injusto ou injustificável. Ao contrário do que afirma o dogma moderno de tolerância, a tolerância encontra o seu fundamento na virtude moral da prudência que nos ajuda a julgar de modo recto cada caso concreto, aquilo que exige do homem a ordem ética. A tolerância, no entanto, não é uma virtude, tal como é considerada hoje pelo dogma moderno. A virtude é uma expressão imediata do bem moral, enquanto que a tolerância é uma relação que implica o bem, sem ser um bem em si ou um bem propriamente dito. Resumindo, a tolerância pode ser justa mas também pode ser imprudente e culpável. O…

O choque de civilizações

O Islão apresenta-se, nem sempre mas muitas vezes, como uma "entidade" complexa e multiforme, sem um centro institucional, onde para lá das divisões entre sunitas e xiitas e algumas de ordem política e estratégica, a palavra de ordem é a conquista do mundo segundo a sentença de Maomé. Toda a terra "é uma mesquita", mas apesar da diversidade de doutrinas, de atitudes e de organização, tal como de povos e de línguas, existe uma só comunidade de crentes, a umma, e uma só lei, a charia. A umma "é o estado final da humanidade enquanto verdadeira comunidade do povo eleito". Esta pretensão pode perfeitamente ser encaixada na categoria de um neo-gnosticismo, ou seja, a crença de que a unidade da humanidade será uma realidade. O que não passa de uma utopia como tantas outras. Este pan-islamismo da umma, nesta versão particular e radical, fecha o círculo da visão ofensiva da jihad. Existem países muçulmanos que aceitam a laicização ocidental, outros nem pensar nis…

Um belo momento musical

O Islão não é moderado e é anti-social

No Islão não encontramos a riqueza de elaboração doutrinal do pensamento Ocidental. O pensamento islâmico é pobre e reduzido às baboseiras de uma religião(?) colocada em termos de sujeição absoluta a Alá. Os cinco pilares do Islão são exteriores e reduzem-se à profissão de um radical monoteísmo e à luta contra qualquer forma de politeísmo, começando pelo dogma trinitário cristão, a verdadeira antítese do Corão. O núcleo teológico desta concepção é a guerra santa, a chamada Jihad consubstancial ao Islão, pseudo-religião que pode ser definida em termos de "vontade de potência", pelo carácter dinâmico da sua divindade. Vontade pura sem o atributo do ser. Os conceitos de guerra, vingança e extermínio repetem-se no Corão, não existe nenhum versículo que incentive a respeitar a vida do próximo, e a Jihad é um estado permanente de guerra contra os "infiéis" em todo o mundo islâmico. Tudo isto são provas, mais do que suficientes, que o islamismo não é uma religião. É ante…

As falsidades do islamismo

O centro da visão islâmica no mundo está dividido entre a Casa do Islão (dar al-Islam), o espaço territorial por excelência onde a lei corânica é seguida, e a Casa da Guerra (dar al-Harb), território povoado pelos "infiéis". Para o Corão e para o(s) burro(s) que o escreveu(eram), a base do Islão é a luta dos "crentes" contra os "não-crentes": "Combatei pela causa de Alá aqueles que vos combatem; (...) Matai-os, pois, em todos os lugares onde os encontrardes e expulsai-os de onde eles vos expulsaram" (Cor. 2, 190-191), "Matai os idólatras onde os encontrardes, fazei-os prisioneiros, cercai-os e combatei-os com todo o tipo de ciladas" (Cor. 9, 5), "Não sejais fracos com os inimigos, nem os convideis a fazer a paz enquanto levardes a melhor" (Cor. 47, 35), "A recompensa dos que estejam contra Alá e o seu mensageiro, dedicando-se a corromper a terra, estará no facto de que serão massacrados ou crucificados, ou terão as mãos…