Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

As falsidades do islamismo

O centro da visão islâmica no mundo está dividido entre a Casa do Islão (dar al-Islam), o espaço territorial por excelência onde a lei corânica é seguida, e a Casa da Guerra (dar al-Harb), território povoado pelos "infiéis". Para o Corão e para o(s) burro(s) que o escreveu(eram), a base do Islão é a luta dos "crentes" contra os "não-crentes": "Combatei pela causa de Alá aqueles que vos combatem; (...) Matai-os, pois, em todos os lugares onde os encontrardes e expulsai-os de onde eles vos expulsaram" (Cor. 2, 190-191), "Matai os idólatras onde os encontrardes, fazei-os prisioneiros, cercai-os e combatei-os com todo o tipo de ciladas" (Cor. 9, 5), "Não sejais fracos com os inimigos, nem os convideis a fazer a paz enquanto levardes a melhor" (Cor. 47, 35), "A recompensa dos que estejam contra Alá e o seu mensageiro, dedicando-se a corromper a terra, estará no facto de que serão massacrados ou crucificados, ou terão as mãos…
Mensagens recentes

A tolerância no Islão

O termo tolerância no Islão é uma vigarice, basta atentar nas opções dos vencidos: a conversão ou a morte. O que faz dos muçulmanos superiores aos cristãos? Ou aos hebreus, budistas ou hinduístas? O estatuto jurídico de dimitude, que faz dos não-muçulmanosinferiores aos muçulmanos. Todos os não-muçulmanos que aceitem submeter-se ao Islão passam a estar integrados na comunidade islâmica, mas sempre com uma pendência jurídica sobre os próprios. São excluídos dos cargos públicos e obrigados a cumprir a charia. O proselitismo religioso dos não-muçulmanos é proibido e punido com a morte, mas o proselitismo religioso muçulmano tem de ser aceite, mesmo nas igrejas ou nas sinagogas. Os não-muçulmanos devem realizar os seus funerais discretamente, sem prantos ou lamentos, não podem tocar sinos ou expor qualquer objecto de culto e nem tão-pouco proclamar, diante de algum muçulmano, as crenças cristãs, judaicas, budistas, hinduístas, etc. Um muçulmano pode casar-se com uma não-muçulmana, mas o …

O problema da igualdade para o interesse geral

Um dos valores universais mais reclamado pelas sociedades antigas e modernas é a justiça. O homem sempre teve «sede de justiça», mas a diferença essencial na nossa época contemporânea (desde a Revolução de 1789), prende-se com a insistência sempre em crescendo de apresentar a igualdade como substituta natural da justiça. Eu não sei que espécie (mas imagino) de metamorfose perpassou a justiça, mas se as evidências nos ensinam que existem iguais e desiguais, é implausível qualquer igualdade ter a pretensão de substituir a justiça. A não ser, evidentemente, que a justiça sirva interesses contrários ao espírito da boa moral. Só deste modo se pode compreender a deriva de direito, de justiça e de lei a que hoje assistimos, impavidamente, como se fosse a coisa mais natural do mundo. Quando se afirma (S. Paulo - Epístola aos Gálatas, III, 28) que todos os homens são iguais perante Deus, isso não impede que uns sejam "julgados como bons" e outros "como maus". A igualdade d…

Liberdade, igualdade e interesse geral

A associação dos termos «liberdade» e «igualdade» surgiu aquando das revoluções contra a concepção do Antigo Regime, segundo a qual o rei é, como representante de Deus na terra, o detentor de todos os poderes, e só ele (o rei) pode outorgar liberdades. A liberdade do ponto de vista do Antigo Regime, é um privilégio de conteúdo variável que o rei permite para os súbditos que sejam fieis à causa da nação. A liberdade pós-revolucionária é uma coisa muito diferente, poderíamos até dizer disforme. A luta pela igualdade a partir do século XVII, com mais intensidade no século XVIII, foi antes de tudo uma luta para acabar com os privilégios da nobreza e da aristocracia, com o clero à cabeça. Se alguém achar que a igualdade serviu os propósitos dos não privilegiados que se desengane, pois esta igualdade desde o seu início que teve como intenção última e primeira, limitar estrondosamente os privilégios a uma minoria de cidadãos.  O interesse geral confundido com o princípio de vontade geral é …

A justiça entre o pensamento e a terminologia

O pensamento e a terminologia sobre a justiça, dizia E. Dupréel [Traité de Moral, Bruxelles, 1932, Tomo II, pp. 485 a 496], desde sempre incitaram a uma confusão entre os valores da justiça e os valores morais. Pensados muitas vezes como iguais e totalmente correspondentes, o que não é bem verdade.  A literatura moral e religiosa reconhece o homem integralmente honesto e prestável ao próximo; a justiça não é mais do que o nome comum de todas as meritocracias, o que possibilitou ao classicismo estabelecer a ideia fundamental - a moral tem como principal mola orientadora ensinar e demonstrar o que é justo fazer e o que não é justo fazer - a razão deve assim ensinar-nos a distinção entre o justo e o injusto. A justiça, sendo uma virtude entre outras, está fundada na moral. Claro que um conceito muito próprio de classificar de justas concepções sociais adquiridas e preconizadas, nem sempre permitem a melhor justiça. A própria história revela muitos exemplos, por mais revoluções, desorden…

O falso conceito de islamofobia

Uma fobia, seja ela qual for, pressupõe um medo irracional de algo ou de alguma coisa. Tudo o que mexe é fobia no entendimento das maiores sumidades intelectuais dos nossos dias. A estupidez e o parolismo não conhecem limites, como o caso do Observatório da Islamofobia mandatado para monitorizar e documentar todas as actividades que indiciam ódio ao Islão em todo o mundo, com especial atenção na Europa. Mas a grande verdade é que o Islão é monolítico, estático e insensível à mudança, visto como "um outro separado". Para além disso, o Islão não tem nenhum valor comum com outras culturas, não é afectado por elas e não as influencia. É violento, bárbaro, irracional, primitivo e altamente sexista, assim como ameaçador e apoiante do terrorismo. O choque de civilizações é para o Islão uma atitude a cultivar, é muito mais uma ideologia política do que uma religião, usado para ganhos militares e políticos. Qualquer crítica que se faça ao mesmo é marginalizada e apelidada de islamofo…

Eurabismo - o fim da herança Judaico-Cristã

O eurabismo foi congeminado e idealizado pelos traidores que chegaram ao poder nos diversos países europeus. A intenção oculta subjacente a esta congeminação passa por libertar a Europa Cristã das suas bases judaicas assim como das suas raízes bíblicas. Há motivos muito claros para isto; o anti-sionismo professado pelos países árabes muçulmanos que implica uma política europeia anti-israelita e anti-americana, aliado a um movimento de opinião pública favorável aos árabes. Para além da pretensão de enfraquecer ainda mais o sentimento religioso europeu já em queda acentuada. O suposto diálogo euro-árabe é unilateral, sem reciprocidade, reclamando a islamização da Europa enquanto as minorias Cristãs são perseguidas nos países árabes. Este diálogo é uma farsa, uma fraude, fundado numa natureza contraditória em que se destaca a não assumida (pelos europeus) herança Judaico-Cristã que estabeleceu a sociedade Ocidental. A traição e a ignomínia caminham a par quando se projecta substituir es…