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Mensagens

A farsa democrática continua

Como todos bem sabemos, a democracia é uma farsa, um jogo de interesses em que o tráfico de influências vem sempre ao de cima. O caso da não recondução de Joana Marques Vidal na procuradoria da república é o último exemplo. Mas o mais surpreendente (ou talvez não) foi o alinhamento do Presidente da República nesta marosca democrática. 
A antiga procuradora apertou muito com os criminosos e corruptos deste país e iria continuar a fazê-lo. O sócretino e outros podem abrir a boca, o que seria um cataclismo, assim sendo, xutar a Joana Marques Vidal para canto e ao mesmo tempo os xuxialistas poderiam seguir com os roubos e indecências, sendo o objectivo claro da mudança de procuradora dar descanso aos visados e ilibá-los perante a opinião pública.  O Marcelo naquele seu ar de empáfia e de engana-tolos, nem abriu o bico, pois também ele está comprometido na farsa que a seu tempo se revelará cada vez mais. Desconfio até que a lista dos comprometidos é gigantesca. Mais uma vez o ideal plutoc…
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As contradições económicas da extrema-esquerda

O João César das Neves escreve umas coisas interessantes de vez em quando, como é o caso da entrevista de hoje ao Sol. Diz o mesmo, e com toda a convicção, que os esquerdistas estão apenas preocupados com a estrutura de base que os suporta e lhes permite as suas alarvidades - sejam sindicatos, sectores públicos ou pensionistas -, e metendo o discurso de defesa dos mais pobres e mais desfavorecidos directamente no caixote do lixo, sem passar pela gaveta.
O mais estranho disto tudo, é a tendência, mais ou menos declarada, de por um lado criticar e diabolizar a economia e os modelos económicos e por outro, pretender criar impostos (que inevitavelmente, vão recair nas classes mais pobres) para assim beneficiar de modelos económicos que supostamente combatem e abominam. Mas a incoerência não termina por aqui, os seus tentáculos expandem-se, e pretendem assim que com a criação da taxa Robles e outras aparentadas, a moralização social e económica da sociedade será uma realidade.  Utopia mai…

Merda alóra

Um pequeno bloco noticioso em um canal de TV parangoniava um eurodeputado luxemburguês em acesa discussão com Salvini, Primeiro-Ministro italiano. Interrompeu-o mal-educadamente e continua dizendo: «o Luxemburgo também acolheu muitos italianos, que lá ganharam dinheiro e patati e patata..» Mas esquece-me, muito convenientemente, que não há comparação entre a emigração actual em busca de subsídios e de direitos desfasados da realidade, e a emigração de antigamente. E depois, a pérola: merda alóra.... que bacoco, que personagem execrável. Salvini foi eleito democraticamente, ao contrário do parolo do "luxamburgo", portanto tem direito à sua opinião e posição, tem direito a ter uma política contrária aos interesses plutocratas dos da laia do luxamburguês que não passa de um palhaço amestrado em forma de político (como tantos outros que por lá cagam torcidas).
Mas já sabemos que tudo o que contradiga os planos da elite globalista e do putedo multiculturalista, é xenofobia, raci…

Islâmicos podem negar o holocausto

Leio por estes dias e por linhas travessas que em Inglaterra, os governantes do país preparam legislação especial para a comunidade muçulmana poder negar o holocausto - noutras versões é o "holoconto" -, enquanto os não muçulmanos continuam a não poder negá-lo.
Não sei (ainda) o que é mais grave, se a abertura deste precedente, ou o facto de o mesmo ser atribuído a uma sociedade islâmica que pretende um novo imperialismo, baseado numa teocracia abjecta. Se a notícia se confirmar, os judeus, ciganos, eslavos, católicos e oposicionistas são completamente desconsiderados e as suas memórias conspurcadas pelo aviltamento mais baixo e vergonhoso.. o direito à diferença não pode justificar precedentes desta natureza, em que o que é verdade para uns, já possa ser mentira para outros.

Fanatismo e Guerra Santa

O politicamente correcto promove hoje a farsa da igualdade de meios e de circunstâncias entre a Guerra Justa - as cruzadas -, e a Guerra Santa - a jihad - perpetrada pelos fanáticos islamizados. De igual modo, ambas são consideradas "guerras de religiões".  A ideia equivocada e modernaça do pacifismo e da tolerância elevados a princípios, surgiu com as seitas religiosas dos finais da Idade Média, como por exemplo, os anabaptistas que, ironia das ironias, não hesitaram em pegar em armas e em chacinar para assim poderem afirmar a sua utopia de não fazerem revoluções ou guerras. Este tipo de paralelismo fica-se muito pela rama e revela um enorme desconhecimento da religião cristã e da religião islâmica, o que não é de espantar tendo em conta que vivemos na era do disparate e da dislexia mental.  Existe uma diferença decisiva entre a Guerra Justa cristã e a Guerra Santa islâmica. Enquanto que a Guerra Justa cristã formulada por S. Agostinho muito antes do surgimento do Islão, t…

A mentira do dogma moderno da tolerância

A tolerância enquanto conceito é relativamente recente. A tolerância existe desde sempre, mas apenas a partir do final do Renascimento começa a ser elaborada no pensamento humano. A tolerância, na perspectiva cristã, não é nem pode ser um dogma ideológico, nem sequer um fim último em si, apenas e só pode ser uma atitude prática e prudente de indulgência perante uma opinião ou algum comportamento considerados injusto ou injustificável. Ao contrário do que afirma o dogma moderno de tolerância, a tolerância encontra o seu fundamento na virtude moral da prudência que nos ajuda a julgar de modo recto cada caso concreto, aquilo que exige do homem a ordem ética. A tolerância, no entanto, não é uma virtude, tal como é considerada hoje pelo dogma moderno. A virtude é uma expressão imediata do bem moral, enquanto que a tolerância é uma relação que implica o bem, sem ser um bem em si ou um bem propriamente dito. Resumindo, a tolerância pode ser justa mas também pode ser imprudente e culpável. O…