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Como podemos libertar a linguagem das ideologias?





Para libertar a linguagem das falsidades associadas às ideologias exige-se uma investigação e uma correcção semântica permanente. A deturpação e a truncagem de termos e significados não é simples de reverter, exigindo uma depuração linguística que só se consegue com muito estudo e dedicação. A "velha atitude do deixa andar" não pode continuar, necessário se mostra desmontar os mitos e os entendimentos enviesados da realidade. Como dizia Eric Voegelin, a realidade efectiva e a realidade alternativa são descontínuas, porque o homem pode criar uma realidade alternativa e actuar sobre a mesma mas de modo algum pode fazer o mesmo com a realidade efectiva. Ora, o que acontece, a todo o instante, é que a realidade alternativa sobrepõe-se, ou pelo menos tenta sobrepor-se, à realidade efectiva o que origina distorções, enganos e mentiras. E a mentira, ao fim de algum tempo, torna-se verdade na mente dos que não pensam. É precisamente isto que se passa na cultura intelectual dos nossos dias, e se quisermos ter futuro, como sociedade sustentável, as mentiras têm de ser desmascaradas.








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Futebol = símios

Aqui nesta casa por norma e por princípio ético não se comenta ou fala sobre futebol, mas há momentos em que tem de se fazer uma excepção. Isto a propósito dos macaquinhos que enchem o ego à custa do pontapé na bola. Eu fico com uma certa pena, e é desolador ver esta gente que vive num vazio mental, comportamental, cultural e intelectual tão grande, encher os seus egos com futebol e as tricas associadas a esta fraude (o futebol profissional). Penaltys às dúzias que nem em Andrómeda e na ausência de atmosfera são penaltys, achincalhamentos constantes dos adeptos (???) rivais, gente e comentadores a dar palpites não percebendo nada do assunto, asneiras e mais asneiras, camiões e camiões a esbordar de asneiras, fanatismos, impropérios, maluquices, enfim, um mar revolto de ódios de estimação e de suspeições generalizadas.  Que bananismo, que tristeza, que falta de civismo... acabem lá com essa merda, com essa palhaçada e macaquices próprias de símios. Já fede por todo o lado.

A tolerância no Islão

O termo tolerância no Islão é uma vigarice, basta atentar nas opções dos vencidos: a conversão ou a morte. O que faz dos muçulmanos superiores aos cristãos? Ou aos hebreus, budistas ou hinduístas? O estatuto jurídico de dimitude, que faz dos não-muçulmanos inferiores aos muçulmanos. Todos os não-muçulmanos que aceitem submeter-se ao Islão passam a estar integrados na comunidade islâmica, mas sempre com uma pendência jurídica sobre os próprios. São excluídos dos cargos públicos e obrigados a cumprir a charia . O proselitismo religioso dos não-muçulmanos é proibido e punido com a morte, mas o proselitismo religioso muçulmano tem de ser aceite, mesmo nas igrejas ou nas sinagogas. Os não-muçulmanos devem realizar os seus funerais discretamente, sem prantos ou lamentos, não podem tocar sinos ou expor qualquer objecto de culto e nem tão-pouco proclamar, diante de algum muçulmano, as crenças cristãs, judaicas, budistas, hinduístas, etc. Um muçulmano pode casar-se com uma não-muçulman...