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Como as ideologias sequestram a linguagem?


A ouvir com atenção, esta pequena entrevista revela muito coisa interessante que não tem tido a devida atenção que merece ter. As ideologias hoje são um poderoso instrumento de distorção da realidade, da verdade e do bom senso. Para além de justificarem actos injustificáveis e de confundir, a todo o momento, o bem e o mal, a ideologia impede o correcto funcionamento do pensamento e da intelectualidade.


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Futebol = símios

Aqui nesta casa por norma e por princípio ético não se comenta ou fala sobre futebol, mas há momentos em que tem de se fazer uma excepção. Isto a propósito dos macaquinhos que enchem o ego à custa do pontapé na bola. Eu fico com uma certa pena, e é desolador ver esta gente que vive num vazio mental, comportamental, cultural e intelectual tão grande, encher os seus egos com futebol e as tricas associadas a esta fraude (o futebol profissional). Penaltys às dúzias que nem em Andrómeda e na ausência de atmosfera são penaltys, achincalhamentos constantes dos adeptos (???) rivais, gente e comentadores a dar palpites não percebendo nada do assunto, asneiras e mais asneiras, camiões e camiões a esbordar de asneiras, fanatismos, impropérios, maluquices, enfim, um mar revolto de ódios de estimação e de suspeições generalizadas.  Que bananismo, que tristeza, que falta de civismo... acabem lá com essa merda, com essa palhaçada e macaquices próprias de símios. Já fede por todo o lado.

A tolerância no Islão

O termo tolerância no Islão é uma vigarice, basta atentar nas opções dos vencidos: a conversão ou a morte. O que faz dos muçulmanos superiores aos cristãos? Ou aos hebreus, budistas ou hinduístas? O estatuto jurídico de dimitude, que faz dos não-muçulmanos inferiores aos muçulmanos. Todos os não-muçulmanos que aceitem submeter-se ao Islão passam a estar integrados na comunidade islâmica, mas sempre com uma pendência jurídica sobre os próprios. São excluídos dos cargos públicos e obrigados a cumprir a charia . O proselitismo religioso dos não-muçulmanos é proibido e punido com a morte, mas o proselitismo religioso muçulmano tem de ser aceite, mesmo nas igrejas ou nas sinagogas. Os não-muçulmanos devem realizar os seus funerais discretamente, sem prantos ou lamentos, não podem tocar sinos ou expor qualquer objecto de culto e nem tão-pouco proclamar, diante de algum muçulmano, as crenças cristãs, judaicas, budistas, hinduístas, etc. Um muçulmano pode casar-se com uma não-muçulman...